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domingo, 18 de dezembro de 2011

IV DOMINGO DO ADVENTO-ANO B




ANO B

4º DOMINGO DO ADVENTO


Tema do 4º Domingo do Advento

A liturgia deste último Domingo do Advento refere-se repetidamente ao projecto de vida plena e de salvação definitiva que Deus tem para oferecer aos homens. Esse projecto, anunciado já no Antigo Testamento, torna-se uma realidade concreta, tangível e plena com a Incarnação de Jesus.
A primeira leitura apresenta a “promessa” de Deus a David. Deus anuncia, pela boca do profeta Natã, que nunca abandonará o seu Povo nem desistirá de o conduzir ao encontro da felicidade e da realização plenas. A “promessa” de Deus irá concretizar-se num “filho” de David, através do qual Deus oferecerá ao seu Povo a estabilidade, a segurança, a paz, a abundância, a fecundidade, a felicidade sem fim.
A segunda leitura chama a esse projecto de salvação, preparado por Deus desde sempre, o “mistério”; e, sobretudo, garante que esse projecto se manifestou, em Jesus, a todos os povos, a fim de que a humanidade inteira integre a família de Deus.
O Evangelho refere-se ao momento em que Jesus encarna na história dos homens, a fim de lhes trazer a salvação e a vida definitivas. Mostra como a concretização do projecto de Deus só é possível quando os homens e as mulheres que Ele chama aceitam dizer “sim” ao projecto de Deus, acolher Jesus e apresentá-l’O ao mundo.


LEITURA I – 2 Sam 7,1-5.8b-12.14a.16

Leitura do Segundo Livro de Samuel

Quando David já morava em sua casa
e o Senhor lhe deu tréguas de todos os inimigos que o rodeavam,
o rei disse ao profeta Natã:
«Como vês, eu moro numa casa de cedro,
e a arca de Deus está debaixo de uma tenda».
Natã respondeu ao rei:
«Faz o que te pede o teu coração,
porque o Senhor está contigo».
Nessa mesma noite, o Senhor falou a Natã, dizendo:
«Vai dizer ao meu servo David: Assim fala o Senhor:
Pensas edificar um palácio para Eu habitar?
Tirei-te das pastagens onde guardavas os rebanhos,
para seres o chefe do meu povo de Israel.
Estive contigo em toda a parte por onde andaste
e exterminei diante de ti todos os teus inimigos.
Dar-te-ei um nome tão ilustre
como o nome dos grandes da terra.
Prepararei um lugar para o meu povo de Israel:
e nele o instalarei para que habite nesse lugar,
sem que jamais tenha receio
e sem que os perversos tornem a oprimi-lo como outrora,
quando Eu constituía juízes no meu povo de Israel.
Farei que vivas seguro de todos os teus inimigos.
O Senhor anuncia que te vai fazer uma casa.
Quando chegares ao termo dos teus dias
e fores repousar com teus pais
estabelecerei em teu lugar um descendente que há-de nascer de ti
e consolidarei a tua realeza.
Ele construirá um palácio ao meu nome
e Eu consolidarei para sempre o teu trono real.
Serei para ele um pai e ele será para Mim um filho.
A tua casa e o teu reino permanecerão diante de Mim eternamente
e o teu trono será firme para sempre.

AMBIENTE

Os Livros de Samuel referem-se a um dos momentos mais importantes da história do Antigo Testamento: o momento da constituição de Israel como Povo, no sentido estrito e pleno da palavra. É durante a época a que os Livros de Samuel aludem que, pela primeira vez na sua história, as tribos do Norte (Israel) e do Sul (Judá) se reúnem em torno de um único rei (David) e em torno de uma capital comum (Jerusalém). Estamos nos finais do séc. XI e princípios do séc. X a.C..
David tornou-se rei de Judá (Sul) por volta de 1012 a.C.; alguns anos depois, foi convidado pelas tribos de Israel (Norte) para reinar sobre elas. David reuniu, portanto, sobre a sua cabeça as duas coroas – a de Israel (Norte) e a de Judá (Sul). Após a união, David teve de eleger uma capital para o seu reino. Foi preciso encontrar, para sede do novo reino, uma cidade geograficamente bem colocada e, sobretudo, uma cidade neutral, que não criasse tensões entre o norte e o sul, nem despertasse rivalidades mútuas entre as distintas tribos. Ora Jerusalém, a cidade inexpugnável dos jebuseus, oferecia as condições exigidas… David reuniu, portanto, um comando de profissionais, prescindindo intencionalmente do exército oficial de Israel e de Judá, a fim de que nenhum dos dois reinos reivindicasse o título de propriedade sobre a nova cidade. A cidade de Jerusalém foi conquistada aos jebuseus por volta do ano 1005 a.C. (cf. 2 Sm 5,6-12) e tornou-se, desde então, a “cidade de David”. Mais tarde, David fez transportar para Jerusalém a “Arca da Aliança” (o sinal visível da presença de Deus no meio do seu Povo), convertendo assim a nova capital do reino em cidade santa para todas as tribos (cf. 2 Sm 6,1-23).
Ora, uma vez em Jerusalém, a “Arca” pedia um Templo adequado para lhe dar abrigo. David pensou em construir esse Templo; mas o profeta Natã, inspirado por Jahwéh, segundo o teólogo deuteronomista, opôs-se. Encontramos aqui o eco de uma disputa que dividirá durante muito tempo o Povo de Deus… Para alguns ambientes proféticos, o Templo era uma ofensa a Deus, uma tentativa de encerrá-l’O, em vez de deixar-se guiar por Ele. Jahwéh é visto pelos teólogos do Povo de Deus como um Deus “nómada”, que acompanha o seu Povo pelos caminhos da vida e da história e que não tem um lugar fixo, limitado, fechado, para se encontrar com os homens.

MENSAGEM

Portanto, David não irá construir o Templo. Mas se David não pode dar “estabilidade” ao Senhor, este pode dar estabilidade a David e ao Povo de Deus. Jogando com o duplo significado da palavra hebraica “bait” (“casa”), que pode usar-se para definir a casa de pedra (“Templo”) e a casa real (“família”, “dinastia”), o teólogo deuteronomista explica que se David não vai construir uma “casa” (Templo) para Deus, Deus vai construir uma “casa” (família) para David (“o Senhor anuncia que te vai fazer uma casa” – vers. 11). Trata-se da “Aliança davídica”, que constitui a família de David como depositária das promessas divinas e garantia de um futuro de estabilidade, de segurança, de paz para o Povo de Deus.
Esta “Aliança” garante – quer a David, quer a todo o Povo de Deus – quatro elementos fundamentais… Em primeiro lugar, garante uma relação especial entre Jahwéh e a descendência de David, expressa em termos de filiação (“serei para ele um pai e ele será para mim um filho” – 2 Sm 7,14a); em segundo lugar, garante que, através dos reis descendentes de David, o próprio Jahwéh cuidará do seu Povo e o conduzirá pelos caminhos da vida e da história (cf. 2 Sm 7,8.12.16; em terceiro lugar, garante a prosperidade, a paz e a justiça para o Povo de Deus (cf. 2 Sm 7,10); em quarto lugar, garante a eternidade da dinastia e da nação (cf. 2 Sm 7,16). Trata-se de uma “promessa” que põe em relevo a fidelidade de Deus ao seu Povo, o seu amor nunca desmentido e mil vezes provado na história, a sua vontade de cuidar do seu Povo, de o libertar e de o conduzir ao encontro da salvação e da vida. Nesta “promessa”, Jahwéh revela-se como esse Deus peregrino, permanentemente a caminho com o seu Povo e que, ao longo dessa caminhada, se vai revelando como a rocha segura e firme na qual o Povo de Deus encontra a salvação.
A profecia de Natã constitui o ponto de partida do chamado “messianismo régio”: a promessa de Deus rapidamente extravasa o filho e sucessor de David (Salomão), para se dirigir a uma figura de rei “ideal”, que dará cumprimento a todas as aspirações e esperanças que o Povo depositava na dinastia davídica.
Esta “profecia/promessa” tornar-se-á, com o passar do tempo, um dos artigos fundamentais da fé de Israel. Sobretudo em épocas dramáticas de crise e de angústia nacional, a “Aliança davídica” será um “capital de esperança” que ajudará o Povo a enfrentar as vicissitudes da história. O Povo de Deus passará, então, a sonhar com um Messias, da descendência de David, que oferecerá ao Povo de Deus um futuro de liberdade, de abundância, de fecundidade, de paz e de bem-estar sem fim.

ACTUALIZAÇÃO

Considerar, na reflexão, os seguintes elementos:

• A questão fundamental que o nosso texto põe é a da atitude de Deus diante dos homens e do mundo. O catequista deuteronomista, autor deste texto, está seguro de que Jahwéh, o Senhor da história, se preocupa com o caminho que os homens percorrem e encontra sempre forma de derramar o seu amor e a sua bondade sobre o Povo que ele próprio elegeu. Numa época em que a cultura dominante parece apostada em decretar a “morte” de Deus ou, pelo menos, em torná-lo uma inofensiva figura de cera e em exilá-lo para o museu das experiências pré-racionais, é importante para nós crentes não esquecermos esta certeza que a Palavra de Deus nos deixa: o nosso Deus preside à história humana, vem continuamente ao encontro dos homens, faz com eles uma Aliança, oferece-lhes a paz e a justiça e aponta-lhes o caminho para a verdadeira vida, a verdadeira liberdade, a verdadeira salvação.

• Se é Deus quem conduz a história humana, não temos razão para temer o futuro do mundo. Os homens podem inventar a morte, a violência, a injustiça, a opressão, a exploração, os imperialismos; mas Deus saberá conduzir a história dos homens e do mundo a bom porto, de acordo com o seu projecto de amor e de salvação. Esta certeza deve levar-nos a encarar a história humana com optimismo, com esperança e com confiança, mesmo quando as forças da morte parecerem controlar a nossa história e dirigir as nossas vidas.

• É preciso, nestes dias que antecedem o Natal, ter consciência de que a promessa de Deus a David se concretiza em Jesus… Ele é esse “rei” da descendência de David que Deus enviou ao nosso encontro para nos apontar o caminho para o reino da justiça, da paz, do amor e da felicidade sem fim. Que acolhimento é que esse “rei” encontra no nosso coração e na nossa vida?

• Mais uma vez, a Palavra de Deus deixa claro que Deus intervém no mundo e concretiza os seus projectos de salvação através de homens a quem Ele confia determinada missão (“tirei-te das pastagens onde guardavas os rebanhos, para seres o chefe do meu povo de Israel”). Estou disponível para que Deus, através de mim, possa continuar a oferecer a salvação aos meus irmãos, particularmente aos pobres, aos humildes, aos marginalizados, aos excluídos do mundo?


SALMO RESPONSORIAL – Salmo 88 (89)

Refrão 1: Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor.

Refrão 2: Senhor, cantarei eternamente a vossa bondade.

Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor
e para sempre proclamarei a sua fidelidade.
Vós dissestes: «A bondade está estabelecida para sempre»,
no céu permanece firme a vossa fidelidade.

«Concluí uma aliança com o meu eleito,
fiz um juramento a David meu servo:
‘Conservarei a tua descendência para sempre,
estabelecerei o teu trono por todas as gerações’».

«Ele Me invocará: ‘Vós sois meu Pai,
meu Deus, meu Salvador’.
Assegurar-lhe-ei para sempre o meu favor,
a minha aliança com ele será irrevogável».


LEITURA II – Rom 16,25-27

Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Romanos

Irmãos:
Àquele que tem o poder de vos confirmar,
segundo o meu Evangelho e a pregação de Jesus Cristo
– a revelação do mistério encoberto desde os tempos eternos
mas agora manifestado
e dado a conhecer a todos os povos
pelas escrituras dos Profetas
segundo a ordem do Deus eterno,
dado a conhecer a todos os gentios
para que eles obedeçam à fé –
a Deus, o único sábio,
por Jesus Cristo,
seja dada glória pelos séculos dos séculos. Amen.

AMBIENTE

No final da década de 50 (a Carta aos Romanos apareceu por volta de 57/58), multiplicavam-se as “crises” entre os cristãos oriundos do mundo judaico e os cristãos oriundos do mundo pagão. Uns e outros tinham perspectivas diferentes da salvação e da forma de viver o compromisso com Jesus Cristo e com o seu Evangelho. Os cristãos de origem judaica consideravam que, além da fé em Jesus Cristo, era necessário cumprir as obras da Lei (nomeadamente a prática da circuncisão) para ter acesso à salvação; mas os cristãos de origem pagã recusavam-se a aceitar a obrigatoriedade das práticas judaicas. Era uma questão “quente”, que ameaçava a unidade da Igreja. Este problema também era sentido pela comunidade cristã de Roma.
Neste cenário, Paulo vai mostrar a todos os crentes (a Carta aos Romanos, mais do que uma carta para a comunidade cristã de Roma, é uma carta para as comunidades cristãs, em geral) a unidade da revelação e da história da salvação: judeus e não judeus são, de igual forma, chamados por Deus à salvação; o essencial não é cumprir a Lei de Moisés – que nunca assegurou a ninguém a salvação; o essencial é acolher a oferta de salvação que Deus faz a todos, por Jesus Cristo.
O texto que nos é proposto apresenta-nos precisamente os últimos versículos da Carta aos Romanos. Trata-se de uma solene doxologia final que não parece, contudo, ser de Paulo (ainda que os conceitos sejam paulinos, a terminologia é diferente). Provavelmente, constituía o remate final do epistolário paulino, numa antiga edição do mesmo. De qualquer forma, trata-se de um texto maduramente reflectido e trabalhado, sem dúvida fruto de uma profunda reflexão teológica levada a cabo no seio da comunidade cristã. O seu autor foi, certamente, um cristão dos finais do século I ou dos princípios do séc. II. Profundo conhecedor da teologia paulina e absolutamente comprometido com a Igreja a que pertencia, este cristão procurou sintetizar nestes versículos toda a doutrina do apóstolo Paulo.

MENSAGEM

O conceito que preside a estes versículos é o conceito de “mistério” (mystêrion”). Na teologia paulina, o “mistério” refere-se ao plano de salvação que Deus tem para os homens e para o mundo. Mantido em segredo durante muitos séculos, o “mistério” foi plenamente manifestado em Cristo, nos seus gestos, nas suas palavras, sobretudo na sua morte e na sua ressurreição; revelado aos apóstolos e aos profetas pelo Espírito Santo, o “mistério” foi depois transmitido a todos os povos – nomeadamente aos pagãos – para fazer deles membros de um único corpo (“Corpo de Cristo”) e para associá-los à herança de Cristo (cf. 1 Cor 2,1.7; Ef 1,9;3,3-10;6,19; Col 1,26-27;2,2;4,3).
É por esse “mistério”, que reflecte o amor de Deus pelos homens, que o autor destes versículos pede que “seja dada glória pelos séculos dos séculos”… E a comunidade interpelada responde: “amen” (vers. 27).

ACTUALIZAÇÃO

Na reflexão, considerar as seguintes linhas:

• A segunda leitura reitera a mensagem fundamental da primeira: Deus tem um plano de salvação para oferecer aos homens. O facto de esse projecto existir “desde os tempos eternos” mostra que a preocupação e o amor de Deus pelos seus filhos não é um facto acidental ou uma moda passageira, mas algo que faz parte do ser de Deus e que está eternamente no projecto de Deus. Não esqueçamos isto: não somos seres abandonados à nossa sorte, perdidos e à deriva num universo sem fim; mas somos seres amados por Deus, pessoas únicas e irrepetíveis que Deus conduz com amor ao longo da caminhada pela história e para quem Deus tem um projecto eterno de vida plena, de felicidade total, de salvação. Tal constatação deve encher de alegria, de esperança e também de gratidão os nossos corações.

• A nossa leitura deixa ainda claro que esse projecto de salvação foi totalmente revelado em Jesus Cristo – no seu amor até ao extremo, nos seus gestos de bondade e de misericórdia, na sua atitude de doação e de serviço, no seu anúncio do Reino de Deus. Prepararmo-nos para o Natal significa preparar o nosso coração para acolher Jesus, para aceitar os seus valores, para compreender o seu jeito de viver, para aderir ao projecto de salvação que, através d’Ele, Deus Pai nos propõe.


ALELUIA – Lc 1,38

Aleluia. Aleluia.

Eis a escrava do Senhor:
faça-se em mim segundo a vossa palavra.


EVANGELHO – Lc 1,26-38

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas

Naquele tempo,
o Anjo Gabriel foi enviado por Deus
a uma cidade da Galileia chamada Nazaré,
a uma Virgem desposada com um homem chamado José.
O nome da Virgem era Maria.
Tendo entrado onde ela estava, disse o Anjo:
«Ave, cheia de graça, o Senhor está contigo;
bendita és tu entre as mulheres».
Ela ficou perturbada com estas palavras
e pensava que saudação seria aquela.
Disse-lhe o Anjo: «Não temas, Maria,
porque encontraste graça diante de Deus.
Conceberás e darás à luz um Filho,
a quem porás o nome de Jesus.
Ele será grande e chamar-Se-á Filho do Altíssimo.
O Senhor Deus Lhe dará o trono de seu pai David;
e o seu reinado não terá fim».
Maria disse ao Anjo:
«Como será isto, se eu não conheço homem?»
O Anjo respondeu-lhe:
«O Espírito Santo virá sobre ti
e a força do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra.
Por isso o Santo que vai nascer será chamado Filho de Deus.
E a tua parenta Isabel concebeu também um filho na sua velhice
porque a Deus nada é impossível».
Maria disse então:
«Eis a escrava do Senhor;
faça-se em mim segundo a tua palavra».

AMBIENTE

O texto que nos é hoje proposto pertence ao “Evangelho da Infância” na versão de Lucas. De acordo com os biblistas actuais, os textos do “Evangelho da Infância” pertencem a um género literário especial, chamado homologese. Este género não pretende ser um relato jornalístico e histórico de acontecimentos; mas é, sobretudo, uma catequese destinada a proclamar certas realidades salvíficas (que Jesus é o Messias, que Ele vem de Deus, que Ele é o “Deus connosco”). Desenvolve-se em forma de narração e recorre às técnicas do midrash haggádico (uma técnica de leitura e de interpretação do texto sagrado usada pelos rabbis judeus da época de Jesus). A homologese utiliza e mistura tipologias (factos e pessoas do Antigo Testamento encontram a sua correspondência em factos e pessoas do Novo Testamento) e aparições apocalípticas (anjos, aparições, sonhos) para fazer avançar a narração e para explicitar determinada catequese sobre Jesus. O Evangelho que nos é hoje proposto deve ser entendido a esta luz: não interessa, pois, estar aqui à procura de factos históricos; interessa, sobretudo, perceber o que é que a catequese cristã primitiva nos ensina, através destas narrações, sobre Jesus.
A cena situa-nos numa aldeia da Galileia, chamada Nazaré. A Galileia, região a norte da Palestina, à volta do Lago de Tiberíades, era considerada pelos judeus uma terra longínqua e estranha, em permanente contacto com as populações pagãs e onde se praticava uma religião heterodoxa, influenciada pelos costumes e pelas tradições pagãs. Daí a convicção dos mestres judeus de Jerusalém de que “da Galileia não pode vir nada de bom”. Quanto a Nazaré, era uma aldeia pobre e ignorada, nunca nomeada na história religiosa judaica e, portanto (de acordo com a mentalidade judaica), completamente à margem dos caminhos de Deus e da salvação.
Maria, a jovem de Nazaré que está no centro deste episódio, era “uma virgem desposada com um homem chamado José”. O casamento hebraico considerava o compromisso matrimonial em duas etapas: havia uma primeira fase, na qual os noivos se prometiam um ao outro (os “esponsais”); só numa segunda fase surgia o compromisso definitivo (as cerimónias do matrimónio propriamente dito)… Entre os “esponsais” e o rito do matrimónio, passava um tempo mais ou menos longo, durante o qual qualquer uma das partes podia voltar atrás, ainda que sofrendo uma penalidade. Durante os “esponsais”, os noivos não viviam em comum; mas o compromisso que os dois assumiam tinha já um carácter estável, de tal forma que, se surgia um filho, este era considerado filho legítimo de ambos. A Lei de Moisés considerava a infidelidade da “prometida” como uma ofensa semelhante à infidelidade da esposa (cf. Dt 22,23-27)… E a união entre os dois “prometidos” só podia dissolver-se com a fórmula jurídica do divórcio. José e Maria estavam, portanto, na situação de “prometidos”: ainda não tinham celebrado o matrimónio, mas já tinham celebrado os “esponsais”.

MENSAGEM

Depois da apresentação do “ambiente” do quadro, Lucas apresenta o diálogo entre Maria e o anjo.
A conversa começa com a saudação do anjo. Na boca deste, são colocados termos e expressões com ressonância vétero-testamentária, ligados a contextos de eleição, de vocação e de missão. Assim, o termo “ave” (em grego, “kaire”) com que o anjo se dirige a Maria é mais do que uma saudação: é o eco dos anúncios de salvação à “filha de Sião” – uma figura fraca e delicada que personifica o Povo de Israel, em cuja fraqueza se apresenta e representa essa salvação oferecida por Deus e que Israel deve testemunhar diante dos outros povos (cf. 2 Re 19,21-28; Is 1,8;12,6; Jer 4,31; Sof 3,14-17). A expressão “cheia de graça” significa que Maria é objecto da predilecção e do amor de Deus. A outra expressão, “o Senhor está contigo”, é uma expressão que aparece com frequência ligada aos relatos de vocação no Antigo Testamento (cf. Ex 3,12 – vocação de Moisés; Jz 6,12 – vocação de Gedeão; Jer 1,8.19 – vocação de Jeremias) e que serve para assegurar ao “chamado” a assistência de Deus na missão que lhe é pedida. Estamos, portanto, diante do “relato de vocação” de Maria: a visita do anjo destina-se a apresentar à jovem de Nazaré uma proposta de Deus. Essa proposta vai exigir uma resposta clara de Maria.
Qual é, então, o papel proposto a Maria no projecto de Deus?
A Maria, Deus propõe que aceite ser a mãe de um “filho” especial… Desse “filho” diz-se, em primeiro lugar, que Ele se chamará “Jesus”. O nome significa “Deus salva”. Além disso, esse “filho” é apresentado pelo anjo como o “Filho do Altíssimo”, que herdará “o trono de seu pai David” e cujo reinado “não terá fim”. As palavras do anjo levam-nos a 2 Sm 7 e à promessa feita por Deus ao rei David através das palavras do profeta Natã. Esse “filho” é descrito nos mesmos termos em que a teologia de Israel descrevia o “Messias” libertador. O que é proposto a Maria é, pois, que ela aceite ser a mãe desse “Messias” que Israel esperava, o libertador enviado por Deus ao seu Povo para lhe oferecer a vida e a salvação definitivas.
Como é que Maria responde ao projecto de Deus?
A resposta de Maria começa com uma objecção… A objecção faz sempre parte dos relatos de vocação do Antigo Testamento (cf. Ex 3,11;6,30; Is 6,5; Jer 1,6). É uma reacção natural de um “chamado”, assustado com a perspectiva do compromisso com algo que o ultrapassa; mas é, sobretudo, uma forma de mostrar a grandeza e o poder de Deus que, apesar da fragilidade e das limitações dos “chamados”, faz deles instrumentos da sua salvação no meio dos homens e do mundo.
Diante da “objecção”, o anjo garante a Maria que o Espírito Santo virá sobre ela e a cobrirá com a sua sombra. Este Espírito é o mesmo que foi derramado sobre os juizes (Oteniel – cf. Jz 3,10; Gedeão – cf. Jz 6,34; Jefté – cf. Jz 11,29; Sansão – cf. Jz 14,6), sobre os reis (Saul – cf. 1 Sm 11,6; David – cf. 1 Sm 16,13), sobre os profetas (cf. Maria, a profetisa irmã de Aarão – cf. Ex 15,20; os anciãos de Israel – cf. Nm 11,25-26; Ezequiel – cf. Ez 2,1; 3,12; o Trito-Isaías – cf. Is 61,1), a fim de que eles pudessem ser uma presença eficaz da salvação de Deus no meio do mundo. A “sombra” ou “nuvem” leva-nos também à “coluna de nuvem” (cf. Ex 13,21) que acompanhava a caminhada do Povo de Deus em marcha pelo deserto, indicando o caminho para a Terra Prometida da liberdade e da vida nova. A questão é a seguinte: apesar da fragilidade de Maria, Deus vai, através dela, fazer-se presente no mundo para oferecer a salvação a todos os homens.
O relato termina com a resposta final de Maria: “eis a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra”. Afirmar-se como “serva” significa, mais do que humildade, reconhecer que se é um eleito de Deus e aceitar essa eleição, com tudo o que ela implica – pois, no Antigo Testamento, ser “servo do Senhor” é um título de glória, reservado àqueles que Deus escolheu, que Ele reservou para o seu serviço e que Ele enviou ao mundo com uma missão (essa designação aparece, por exemplo, no Deutero-Isaías – cf. Is 42,1;49,3;50,10;52,13;53,2.11 – em referência à figura enigmática do “servo de Jahwéh”). Desta forma, Maria reconhece que Deus a escolheu, aceita com disponibilidade essa escolha e manifesta a sua disposição de cumprir, com fidelidade, o projecto de Deus.

ACTUALIZAÇÃO

Para a reflexão e partilha, considerar os seguintes elementos:

• Também o Evangelho deste domingo (na linha das outras duas leituras) afirma, de forma clara e insofismável, que Deus ama os homens e tem um projecto de vida plena para lhes oferecer. Como é que esse Deus cheio de amor pelos seus filhos intervém na história humana e concretiza, dia a dia, essa oferta de salvação? A história de Maria de Nazaré (bem como a de tantos outros “chamados”) responde, de forma clara, a esta questão: é através de homens e mulheres atentos aos projectos de Deus e de coração disponível para o serviço dos irmãos, que Deus actua no mundo, que Ele manifesta aos homens o seu amor, que Ele convida cada pessoa a percorrer os caminhos da felicidade e da realização plena. Já pensámos que é através dos nossos gestos de amor, de partilha e de serviço que Deus Se torna presente no mundo e transforma o mundo?

• Neste domingo que precede o Natal de Jesus, a história de Maria mostra como é possível fazer Jesus nascer no mundo: através de um “sim” incondicional aos projectos de Deus. É preciso que, através dos nossos “sins” de cada instante, da nossa disponibilidade e entrega, Jesus possa vir ao mundo e oferecer aos nossos irmãos – particularmente aos pobres, aos humildes, aos infelizes, aos marginalizados – a salvação e a vida de Deus.

• Outra questão é a dos instrumentos de que Deus se serve para realizar os seus planos… Maria era uma jovem mulher de uma aldeia obscura dessa “Galileia dos pagãos” de onde não podia “vir nada de bom”. Não consta que tivesse uma significativa preparação intelectual, extraordinários conhecimentos teológicos, ou amigos poderosos nos círculos de poder e de influência da Palestina de então… Apesar disso, foi escolhida por Deus para desempenhar um papel primordial na etapa mais significativa na história da salvação. A história vocacional de Maria deixa claro que, na perspectiva de Deus, não são o poder, a riqueza, a importância ou a visibilidade social que determinam a capacidade para levar a cabo uma missão. Deus age através de homens e mulheres, independentemente das suas qualidades humanas. O que é decisivo é a disponibilidade e o amor com que se acolhem e testemunham as propostas de Deus.

• Diante dos apelos de Deus ao compromisso, qual deve ser a resposta do homem? É aí que somos colocados diante do exemplo de Maria… Confrontada com os planos de Deus, Maria responde com um “sim” total e incondicional. Naturalmente, ela tinha o seu programa de vida e os seus projectos pessoais; mas, diante do apelo de Deus, esses projectos pessoais passaram naturalmente e sem dramas a um plano secundário. Na atitude de Maria não há qualquer sinal de egoísmo, de comodismo, de orgulho, mas há uma entrega total nas mãos de Deus e um acolhimento radical dos caminhos de Deus. O testemunho de Maria é um testemunho questionante, que nos interpela fortemente… Que atitude assumimos diante dos projectos de Deus: acolhemo-los sem reservas, com amor e disponibilidade, numa atitude de entrega total a Deus, ou assumimos uma atitude egoísta de defesa intransigente dos nossos projectos pessoais e dos nossos interesses egoístas?

• É possível alguém entregar-se tão cegamente a Deus, sem reservas, sem medir os prós e os contras? Como é que se chega a esta confiança incondicional em Deus e nos seus projectos? Naturalmente, não se chega a esta confiança cega em Deus e nos seus planos sem uma vida de diálogo, de comunhão, de intimidade com Deus. Maria de Nazaré foi, certamente, uma mulher para quem Deus ocupava o primeiro lugar e era a prioridade fundamental. Maria de Nazaré foi, certamente, uma pessoa de oração e de fé, que fez a experiência do encontro com Deus e aprendeu a confiar totalmente n’Ele. No meio da agitação de todos os dias, encontro tempo e disponibilidade para ouvir Deus, para viver em comunhão com Ele, para tentar perceber os seus sinais nas indicações que Ele me dá dia a dia?


ALGUMAS SUGESTÕES PRÁTICAS PARA O 4º DOMINGO DO ADVENTO
(adaptadas de “Signes d’aujourd’hui”)

1. A PALAVRA MEDITADA AO LONGO DA SEMANA.
Ao longo dos dias da semana anterior ao 4º Domingo do Advento, procurar meditar a Palavra de Deus deste domingo. Meditá-la pessoalmente, uma leitura em cada dia, por exemplo… Escolher um dia da semana para a meditação comunitária da Palavra: num grupo da paróquia, num grupo de padres, num grupo de movimentos eclesiais, numa comunidade religiosa… Aproveitar, sobretudo, a semana para viver em pleno a Palavra de Deus.

2. DURANTE A CELEBRAÇÃO.
- DAVID. Estamos habituados a viver o 4º Domingo do Advento, bem próximo do Natal, com Maria. E este ano, a grande narração da Anunciação (Evangelho) pode centrar a nossa atenção na preparação da liturgia… Mas talvez possamos entrar neste domingo com outra chave de leitura, perguntando se Deus sempre quis ter necessidade dos homens. De facto, segundo a primeira leitura, é Ele que finalmente fará uma casa para David; mas David e o profeta Natã são homens que Deus escolheu entre o seu povo para O ajudar na sua missão de salvação.
- MARIA. Esta escolha de Deus culmina em Maria, a humilde serva. Deus quer ter necessidade de uma mulher para trazer ao mundo o seu Filho bem-amado. Do mesmo modo que escolheu, desde sempre, homens para cumprir em seu nome missões particulares, Ele escolhe agora uma mulher para a missão suprema de trazer o corpo do seu Filho único. Este domingo celebra ao mesmo tempo a humildade de Deus e a humildade de Maria. Mais do que nunca, a sobriedade da liturgia deverá ser tida em conta. A narração da Anunciação é um dos relatos alegres do Evangelho… bem expressos pelos pintores ao longo dos tempos…
- E NÓS? Celebrar este domingo, meditar a importantíssima missão confiada a Maria e a resposta tão generosa que não hesitou em dar ao Senhor, convida-nos também a nos interrogarmos sobre a nossa própria missão: o que é que Deus, na nossa humilde medida, nos confia? Em quê, por quê, conta Ele com cada um de nós? Para que seja verdadeiramente Natal, dentro de alguns dias, na nossa terra, Ele tem sem dúvida necessidade dos discípulos do seu Filho… Professamos hoje a nossa fé num Deus que, diz São Paulo, tem o poder de nos confirmar (segunda leitura): acendendo a nossa quarta vela do Advento, que esta força seja verdadeiramente reavivada nos nossos corações.

3. PALAVRA DE VIDA.
Maria, humilde jovem de Nazaré, fervorosa crente judia, esperava a realização da promessa de Deus. Ela entra em diálogo com Deus, é a sua Anunciação. Deus, como sempre, toma a iniciativa: Ele vem, de improviso, ao encontro daquela que encheu de graças e com a qual Ele já está. Maria está perturbada porque Deus surpreende sempre. Deus tranquiliza-a, lembrando-lhe que é Ele que toma a iniciativa. Ele quer associar uma das suas criaturas ao seu projecto de salvação: o filho chamar-se-á “Jesus”, “Deus salva”. Maria interroga antes de dar a sua resposta: “Como será isso?” Ela procura esclarecer a sua fé. Deus responde-lhe, assegurando-lhe a sua presença pelo seu Espírito, e Ele dá-lhe um sinal, porque sabe que as suas criaturas precisam de sinais para crer: a sua prima conceberá na sua velhice. E Ele recorda-lhe que nada Lhe é impossível. Maria dá a sua resposta: a Palavra de Deus é segura, ela pode ter confiança. E esta Palavra torna-se carne na sua carne.

4. UM PONTO DE ATENÇÃO.
Fazer ressoar o Evangelho da Anunciação… A alguns dias do Natal, a Anunciação dá o verdadeiro sentido da festa: vamos celebrar o mistério da Incarnação do Filho de Deus. Portanto, o Evangelho deverá ter um lugar central. Aliás, a oração da colecta, a primeira leitura e a oração sobre as oferendas evocam também o mesmo mistério. O Evangeliário pode ser trazido em procissão com solenidade e apresentado à assembleia, acompanhado de um cântico. Uma possibilidade de acolher o Evangelho pela oração será introduzir a “Ave-Maria” durante o Evangelho: lê-se o Evangelho até “o Senhor está contigo”; a assembleia reza a primeira parte da “Ave-Maria”; o leitor continua a leitura do Evangelho até ao fim e a assembleia reza a segunda parte da “Ave-Maria”. A homilia/meditação ajudará os fiéis a descobrir o papel de Maria no mistério do Natal.

5. PARA A SEMANA QUE SE SEGUE…
Tomar uma decisão que comprometa… Maria ajuda-nos a dar o salto da fé, ela é o nosso modelo, mas ao mesmo tempo é nossa Mãe: podemos, pois, ter confiança e encontrar junto dela todo o reconforto de que precisamos! A alguns dias do Natal, com Maria, procuremos tomar uma decisão que comprometa a nossa fé, de encontrar um ritmo mais regular para a oração, de prever uma paragem espiritual (tempo de retiro, por breve que seja…) antes do Natal para fazer o ponto da situação da nossa vida com o Senhor.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

II DOMINGO DO ADVENTO-ANO B

terça-feira, 2 de agosto de 2011

PALAVRA DO SENHOR PARA O DIA DE HOJE COM A PASTORAL NACIONAL DE LITURGIA




LEITURA I (anos ímpares) Num 12, 1-13
«Não procedo com Moisés como com qualquer outro profeta.
Como ousastes censurá-lo?»

Moisés era o chefe do povo, a quem Deus falava directamente, para que ele transmitisse depois ao povo as suas palavras. Mas foi difícil, até aos seus irmãos, sujeitarem-se sempre a ele e acatar as suas ordens. O Senhor fez-lhes sentir então que estavam procedendo com orgulho e sem fé, e assim os chamou à penitência.

Leitura do Livro dos Números
Naqueles dias, Maria e Aarão censuraram Moisés, por causa da mulher etíope que ele tomara como esposa. Eles disseram-lhe: «Foi somente a Moisés que o Senhor falou? Não nos falou também a nós?». E o Senhor ouviu. Moisés era homem muito humilde, mais humilde que todos os homens sobre a face da terra. Subitamente, o Senhor disse a Moisés, a Aarão e a Maria: «Vinde, todos três, à Tenda da Reunião». E os três puseram-se a caminho. O Senhor desceu numa coluna de nuvem e ficou à entrada da Tenda. Chamou Aarão e Maria e eles aproximaram-se. Disse-lhes o Senhor: «Escutai bem as minhas palavras: Se há entre vós algum profeta, revelo-me a ele numa visão, ou falo com ele em sonhos. Mas não procedo assim com o meu servo Moisés: ele é o homem de confiança em toda a minha casa. Eu falo com ele face a face, em visão directa e não por enigmas; ele vê a imagem do Senhor. Porque ousastes censurar o meu servo Moisés?». A ira do Senhor inflamou-se contra eles e o Senhor retirou-Se, enquanto a nuvem se afastava da Tenda. Maria cobriu-se de lepra, branca como a neve. Aarão voltou-se para ela e viu que estava leprosa. Aarão disse a Moisés: «Por piedade, meu senhor! Não deixes cair sobre nós a culpa do pecado que tivemos a loucura de cometer. Que ela não fique semelhante à criança que nasce morta, com o corpo meio corroído, ao sair do ventre materno!» Então Moisés clamou ao Senhor: «Por piedade, Senhor Deus, curai-a».
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 50 (51), 3-4.5-6a.6bc-7.12-13 (R. cf. 3a)
Refrão: Pecámos, Senhor: tende compaixão de nós. Repete-se
Ou: Tende compaixão de nós, Senhor, porque somos pecadores. Repete-se

Compadecei-Vos de mim, ó Deus, pela vossa bondade,
pela vossa grande misericórdia, apagai os meus pecados.
Lavai-me de toda a iniquidade
e purificai-me de todas as faltas. Refrão

Porque eu reconheço os meus pecados
e tenho sempre diante de mim as minhas culpas.
Pequei contra Vós, só contra Vós,
e fiz o mal diante dos vossos olhos.
Assim é justa a vossa sentença
e recto o vosso julgamento.
Porque eu nasci na culpa
e minha mãe concebeu-me em pecado. Refrão

Criai em mim, ó Deus, um coração puro
e fazei nascer dentro de mim um espírito firme.
Não queirais repelir-me da vossa presença
e não retireis de mim o vosso espírito de santidade. Refrão


ALELUIA Jo 1, 49b
Refrão: Aleluia Repete-se
Mestre, Vós sois o Filho de Deus,
Vós sois o Rei de Israel. Refrão
Em vez deste Evangelho, pode ler-se Mt 15, 1-2.10-14, como vem logo a seguir, especialmente no ano A, quando foi lido no dia anterior.


EVANGELHO Mt 14, 22-36
«Manda-me ir ter contigo sobre as águas»

Como novo Moisés, Jesus, depois da multiplicação do pão, sobe à montanha e aí fica em oração ao Pai, nesse diálogo íntimo e profundo, mais do que o de Moisés sobre o Horeb. Depois atravessa o lago sobre as águas e salva Pedro que nelas se afogava por falta de fé. Jesus mostra-Se assim, de novo, Senhor da natureza e das suas leis, para firmar a fé dos discípulos. O milagre não serve apenas para causar admiração, como o seu nome significa, mas para que esta admiração leve à fé e ao amor.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Depois de ter saciado a fome à multidão, Jesus obrigou os discípulos a subir para o barco e a esperá-l’O na outra margem, enquanto Ele despedia a multidão. Logo que a despediu, subiu a um monte, para orar a sós. Ao cair da tarde, estava ali sozinho. O barco ia já no meio do mar, açoitado pelas ondas, pois o vento era contrário. Na quarta vigília da noite, Jesus foi ter com eles, caminhando sobre o mar. Os discípulos, vendo-O a caminhar sobre o mar, assustaram-se, pensando que fosse um fantasma. E gritaram cheios de medo. Mas logo Jesus lhes dirigiu a palavra, dizendo: «Tende confiança. Sou Eu. Não temais». Respondeu-Lhe Pedro: «Se és Tu, Senhor, manda-me ir ter contigo sobre as águas». «Vem!» – disse Jesus. Então, Pedro desceu do barco e caminhou sobre as águas, para ir ter com Jesus. Mas, sentindo a violência do vento e começando a afundar-se, gritou: «Salva-me, Senhor!». Jesus estendeu-lhe logo a mão e segurou-o. Depois disse-lhe: «Homem de pouca fé, porque duvidaste?». Logo que subiram para o barco, o vento amainou. Então, os que estavam no barco prostraram-se diante de Jesus e disseram-Lhe: «Tu és verdadeiramente o Filho de Deus». Depois fizeram a travessia e vieram para terra em Genesaré. Os homens do lugar reconheceram Jesus e mandaram avisar toda aquela região. Trouxeram-Lhe todos os doentes e pe¬diam que os deixasse tocar ao menos na orla do seu manto. E quantos lhe tocaram foram completamente curados.
Palavra da salvação.


ALELUIA Jo 1, 49b
Refrão: Aleluia Repete-se

Mestre, Vós sois o Filho de Deus,
Vós sois o Rei de Israel. Refrão
Em vez deste Evangelho, pode ler-se Mt 15, 1-2.10-14, como vem logo a seguir, especialmente no ano A, quando foi lido no dia anterior.
EVANGELHO Mt 14, 22-36
«Manda-me ir ter contigo sobre as águas»
Como novo Moisés, Jesus, depois da multiplicação do pão, sobe à montanha e aí fica em oração ao Pai, nesse diálogo íntimo e profundo, mais do que o de Moisés sobre o Horeb. Depois atravessa o lago sobre as águas e salva Pedro que nelas se afogava por falta de fé. Jesus mostra-Se assim, de novo, Senhor da natureza e das suas leis, para firmar a fé dos discípulos. O milagre não serve apenas para causar admiração, como o seu nome significa, mas para que esta admiração leve à fé e ao amor.
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Depois de ter saciado a fome à multidão, Jesus obrigou os discípulos a subir para o barco e a esperá-l’O na outra margem, enquanto Ele despedia a multidão. Logo que a despediu, subiu a um monte, para orar a sós. Ao cair da tarde, estava ali sozinho. O barco ia já no meio do mar, açoitado pelas ondas, pois o vento era contrário. Na quarta vigília da noite, Jesus foi ter com eles, caminhando sobre o mar. Os discípulos, vendo-O a caminhar sobre o mar, assustaram-se, pensando que fosse um fantasma. E gritaram cheios de medo. Mas logo Jesus lhes dirigiu a palavra, dizendo: «Tende confiança. Sou Eu. Não temais». Respondeu-Lhe Pedro: «Se és Tu, Senhor, manda-me ir ter contigo sobre as águas». «Vem!» – disse Jesus. Então, Pedro desceu do barco e caminhou sobre as águas, para ir ter com Jesus. Mas, sentindo a violência do vento e começando a afundar-se, gritou: «Salva-me, Senhor!». Jesus estendeu-lhe logo a mão e segurou-o. Depois disse-lhe: «Homem de pouca fé, porque duvidaste?». Logo que subiram para o barco, o vento amainou. Então, os que estavam no barco prostraram-se diante de Jesus e disseram-Lhe: «Tu és verdadeiramente o Filho de Deus». Depois fizeram a travessia e vieram para terra em Genesaré. Os homens do lugar reconheceram Jesus e mandaram avisar toda aquela região. Trouxeram-Lhe todos os doentes e pe¬diam que os deixasse tocar ao menos na orla do seu manto. E quantos lhe tocaram foram completamente curados.
Palavra da salvação.


Outro Evangelho à escolha:


EVANGELHO Mt 15, 1-2.10-14
«Toda a planta que não foi plantada por meu Pai celeste
será arrancada»
Foi difícil para muitos dos ouvintes de Jesus, em particular os do grupo dos fariseus e dos escribas, pessoas muito embrenhadas na Lei de Moisés e nos costumes que dela derivavam, entenderem a novidade que a palavra de Jesus lhes anunciava, e, por isso, facilmente se escandalizavam. Para quem já está cheio de si e das suas ideias é sempre difícil ouvir e entender coisas novas. O orgulho cega e obscurece a capacidade de compreensão. Mas para quem reconhece nas palavras de Jesus a própria palavra de Deus, antes se devia reconhecer iluminado com uma luz que é capaz de vencer até a cegueira. E o Senhor Jesus é a Luz e a sua palavra ilumina.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo, aproximaram-se de Jesus alguns fariseus e escribas, vindos de Jerusalém, e perguntaram-Lhe: «Porque desobedecem os teus discípulos à tradição dos antigos e não lavam as mãos antes de comer?». Jesus chamou a multidão para junto de Si e disse-lhes: «Ouvi-Me e procurai compreender: Não é o que entra na boca que torna o homem impuro. O que sai da boca é que o torna impuro». Então os discípulos aproximaram-se e disseram-Lhe: «Sabes que os fariseus ficaram ofendidos ao ouvirem as tuas palavras?». Mas Jesus respondeu-lhes: «Toda a planta que não foi plantada por meu Pai será arrancada. Deixai-os. São cegos a guiarem cegos. E se um cego guia outro cego, acabam por cair ambos numa cova».
Palavra da salvação

segunda-feira, 25 de julho de 2011

PALAVRA DO SENHOR PARA O DIA DE HOJE COM A PASTORAL NACIONAL DE LITURGIA



S. TIAGO, Apóstolo
25 Julho


Nota Histórica
Nasceu em Betsaida; era filho de Zebedeu e irmão do apóstolo João. Esteve presente nos principais milagres do Senhor. Foi morto por Herodes cerca do ano 42. É venerado com culto especial em Compostela (Espanha), onde se ergue a célebre basílica a ele dedicada, que atrai desde o século IX inumeráveis peregrinos de toda a cristandade.

Missa
ANTÍFONA DE ENTRADA cf. Mt 4, 18.21
Caminhando Jesus junto ao mar da Galileia,
viu dois irmãos, Tiago e João, a consertar as redes e chamou-os.
Eles, deixando tudo, seguiram Jesus.
Diz-se o Glória.


ORAÇÃO COLECTA
Vós quisestes, Deus omnipotente,
que São Tiago fosse o primeiro dos Apóstolos
a dar a vida pelo Evangelho:
concedei à vossa Igreja
a graça de encontrar força no seu testemunho
e auxílio na sua protecção.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


LEITURA I 2 Cor 4, 7-15
«Levamos sempre no nosso corpo
os sofrimentos da morte de Jesus»

Leitura da Segunda Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios
Irmãos:
Nós trazemos em vasos de barro o tesouro do nosso ministério,
para que se reconheça que um poder tão sublime
vem de Deus e não de nós.
Em tudo somos oprimidos, mas não esmagados;
andamos perplexos, mas não desesperados;
perseguidos, mas não abandonados;
abatidos, mas não aniquilados.
Levamos sempre e em toda a parte no nosso corpo
os sofrimentos da morte de Jesus,
a fim de que se manifeste também no nosso corpo
a vida de Jesus.
Porque, estando ainda vivos,
somos constantemente entregues à morte por causa de Jesus,
para que se manifeste também na nossa carne mortal
a vida de Jesus.
E assim, a morte actua em nós e a vida em vós.
Diz a Escritura: «Acreditei; por isso falei».
Com este mesmo espírito de fé,
também nós acreditamos, e por isso falamos,
sabendo que Aquele que ressuscitou o Senhor Jesus
também nos há-de ressuscitar com Jesus
e nos levará convosco para junto d’Ele.
Tudo isto é por vossa causa,
para que uma graça mais abundante
multiplique as acções de graças de um maior número de cristãos
para glória de Deus.
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 125 (126), 1-2ab.2cd-3.4-5.6 (R.5)
Refrão: Os que semeiam com lágrimas recolhem com alegria.

Quando o Senhor fez regressar os cativos de Sião,
parecia-nos viver um sonho.
Da nossa boca brotavam expressões de alegria
e de nossos lábios cânticos de júbilo.

Diziam então os pagãos:
«O Senhor fez por eles grandes coisas».
Sim, grandes coisas fez por nós o Senhor,
estamos exultantes de alegria.

Fazei regressar, Senhor, os nossos cativos,
como as torrentes do deserto.
Os que semeiam em lágrimas
recolhem com alegria.

À ida, vão a chorar,
levando as sementes;
à volta, vêm a cantar,
trazendo os molhos de espigas.


ALELUIA cf. Jo 15, 16
Refrão: Aleluia Repete-se
Eu vos escolhi do mundo, para que vades e deis fruto
e o vosso fruto permaneça. Refrão


EVANGELHO Mt 20, 20-28
«Bebereis do meu cálice»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo,
a mãe dos filhos de Zebedeu
aproximou-se de Jesus com os filhos
e prostrou-se para Lhe fazer um pedido.
Jesus perguntou-lhe: «Que queres?».
Ela disse-Lhe:
«Ordena que estes meus dois filhos
se sentem no teu reino
um à tua direita e outro à tua esquerda».
Jesus respondeu:
«Não sabeis o que estais a pedir.
Podeis beber o cálice que Eu hei-de beber?».
Eles disseram: «Podemos».
Então Jesus declarou-lhes:
«Bebereis do meu cálice.
Mas sentar-se à minha direita e à minha esquerda
não pertence a Mim concedê-lo;
é para aqueles a quem meu Pai o designou».
Os outros dez, que tinham escutado,
indignaram-se com os dois irmãos.
Mas Jesus chamou-os e disse-lhes:
«Sabeis que os chefes das nações exercem domínio sobre elas
e os grandes fazem sentir sobre elas o seu poder.
Não deve ser assim entre vós.
Quem entre vós quiser tornar-se grande
seja vosso servo
e quem entre vós quiser ser o primeiro
seja vosso escravo.
Será como o filho do homem,
que não veio para ser servido, mas para servir
e dar a vida pela redenção dos homens».
Palavra da salvação.


ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS
Purificai-nos, Senhor,
com o baptismo da paixão redentora do vosso Filho,
para que, celebrando a festa de São Tiago,
o primeiro apóstolo a participar do cálice de Cristo,
possamos oferecer-Vos um sacrifício agradável a vossos olhos. Por Nosso Senhor

terça-feira, 19 de julho de 2011

PALAVRA DO SENHOR PARA O DIA DE HOJE







Daniel Cueva Casanova
Liturgia: Primera Lectura, Salmo, Evangelio y Reflexión:
«Estos son mi madre y mis hermanos. Pues todo el que cumple la voluntad de Mi Padre, que está en los cielos, Ése es Mi hermano, Mi hermana y Mi madre.»... solo Juan se quedó con Su Madre al pie de La Cruz, por lo tanto ellos cumplieron La Voluntad de Dios y en consecuencia Ella, ...
Exhortación Julio
Liturgia: Primera Lectura, Salmo, Evangelio y Reflexión:
«Estos son mi madre y mi...s hermanos. Pues todo el que cumple la voluntad de Mi Padre, que está en los cielos, Ése es Mi hermano, Mi hermana y Mi madre.»... solo Juan se quedó con Su Madre al pie de La Cruz, por lo tanto ellos cumplieron La Voluntad de Dios y en consecuencia Ella, María Santísima, «Es Su Madre», y Juan en quien estamos todos representados, «es Su hermano», y por tanto, todos los que digamos «Hágase hasta el final, seremos Sus hermanos».

16º Semana del Tiempo Ordinario 19 de Julio de 2011

Liturgia de las Horas: 4ta. Semana del Salterio
Color: Verde
Santoral
Santas Justa y Rufina, Vírgenes y Mártires
Justa, Rufina, Arsenio

Martirologio y efemérides latinoamericanos: 19.7.1983: Yamilet Sequiera Cuarte, catequista, Nicaragua.


Lecturas de la liturgia
Exodo 14, 21--15, 1 / Mateo 12, 46-50
Salmo Responsorial: Exodo 15, 8-9. 10 y 12. 17 (R/. 1b)
R/. "Cantaré al Señor, sublime es su victoria"

Primera Lectura: Exodo 14, 21-31; 15,1
"Los israelitas entraron en el mar sin mojarse"
En aquellos días, Moisés extendió su mano sobre el mar y el Señor hizo soplar durante toda la noche un fuerte viento del este, que secó el mar, y dividió las aguas. Los israelitas entraron en el mar y no se mojaban, mientras las aguas formaban una muralla a su derecha y a su izquierda. Los egipcios se lanzaron en su persecución y toda la caballería del faraón, sus carros y jinetes, entraron tras ellos en el mar.
Hacia el amanecer, el Señor miró desde la columna de fuego y humo al ejército de los egipcios y sembró entre ellos el pánico. Trabó las ruedas de sus carros, de suerte que no avanzaban sino pesadamente. Dijeron entonces los egipcios:
«Huyamos de Israel, porque el Señor lucha en su favor contra Egipto».
Entonces el Señor le dijo a Moisés:
«Extiende tu mano sobre el mar, para que vuelvan las aguas sobre los egipcios, sus carros y sus jinetes».
Y extendió Moisés su mano sobre el mar, y al amanecer, las aguas volvieron a su sitio, de suerte que al huir los egipcios se encontraron con ellas, y el Señor los derribó en medio del mar. Volvieron las aguas y cubrieron los carros, a los jinetes y a todo el ejército del faraón, que se había metido en el mar para perseguir a Israel. Ni uno solo se salvó.
Pero los hijos de Israel caminaban por lo seco en medio del mar. Las aguas les hacían muralla a derecha e izquierda. Aquel día salvó el Señor a Israel de las manos de Egipto. Israel vio a los egipcios muertos en la orilla del mar. Israel vio la mano fuerte del Señor sobre los egipcios, y el pueblo temió al Señor y creyó en el Señor y en Moisés, Su siervo. Entonces Moisés y los hijos de Israel cantaron un cántico al Señor.

Interleccional: Exodo 15
Alabemos al Señor por su victoria.

Al soplo de tu ira las aguas se agolparon, el oleaje se irguió como un gran dique y el mar quedó cuajado.
R. Alabemos al Señor por su victoria.

El enemigo dijo: «Iré tras ellos a alcanzarlos, repartiré el botín, saciaré mi codicia, empuñaré la espada, los matará mi mano».
R. Alabemos al Señor por su victoria.

Pero sopló tu aliento y el mar cayó sobre ellos; en las temibles aguas como plomo se hundieron. Extendiste tu diestra; se los tragó la tierra.
R. Alabemos al Señor por su victoria.

Tú llevas a tu pueblo para plantarlo en el monte que le diste en herencia, en el lugar que convertiste en tu morada, en el santuario que construyeron tus manos.
R. Alabemos al Señor por su victoria.

Evangelio: Mateo 12, 46-50
"Señalando a los discípulos, dijo: éstos son mi madre y mis hermanos"
En aquel tiempo, Jesús estaba hablando a la muchedumbre, cuando su madre y sus parientes se acercaron y trataban de hablar con Él. Alguien le dijo entonces a Jesús:
«Oye, allí fuera están Tu madre y Tus hermanos, y quieren hablar Contigo».
Pero Él respondió al que se lo decía:
«¿Quién es mi madre y quiénes son mis hermanos?»
Y señalando con la mano a sus discípulos, dijo:
«Estos son Mi madre y mis hermanos. Pues todo el que cumple la voluntad de Mi Padre, que está en los cielos, Ése es mi hermano, Mi hermana y Mi madre».

Reflexión:
La mano fuerte del Señor que siempre está con los más necesitados, por quienes claman a Él desde el fondo de sus entrañas. Y es que un Padre como Dios no queda inerte sin ayudar a Sus hijos. El Señor, por ello, extiende Su mano fuerte y nos libra del mal, entiéndase que el mal del espíritu es en el que siempre Dios nos da la gracia para combatirlo. En efecto, Dios hace Su parte de imprimirte la gracia de que puedas ser librado del mal; es decir, que cuando algún tipo de debilidad te va a buscar, ya no lo hará mientras le pidas al Señor como lo dice El Padre Nuestro: «Y líbranos del mal». Efectivamente, Dios te puede librar del mal a según:
1. Si le pides a Dios que el mal no ronde por tus terrenos, y con ello no tendrás el asedio del enemigo, porque Dios al oír tu súplica, mantiene al enemigo distante.
2. Si le pides a Dios que aun cuando el mal haya llegado a tus terrenos, Dios te lo quita del camino para que puedas seguir con tu camino de santidad. Es decir, que viste el mal de lejos, pero se esfumó, porque fueron escuchadas tus súplicas. Éstas que hiciste antes o en el momento de que vieras «el mal».
3. Si le pides a Dios que aun cuando el mal haya no solo llegado a tus terrenos, sino, que has sentido y tienes «ya» en el corazón y en la mente la posibilidad de pecar, porque el «corazón» te da ese sentimiento de querer o no hacer algo, y en la «mente» igual, pues, piensas que puedes o no hacerlo. Pero en la mente se pueden dar dos casos:
3.1. Que solo lo pienses, como que ha sido un pensamiento que ha llegado a ti, a tu mente, pero lo desechas; es decir, que no gustándote los malos pensamientos, desechas ese pensamiento. Aquí no hay pecado porque no lo has deseado.
Pero no lo tienes en el «alma»; pues, si lo fuere, ya estarías en pecado, y para ello es necesario:
3.2. Que lo pienses y consientas en el pensamiento que esos malos deseos tramen o desees el mal para ti o para tus hermanos. Aquí si hay pecado, porque el pecado es también de pensamiento.
Una cosa es el «sentimiento» y otra el «consentimiento». Porque primero «sientes» que puedes pecar, y otra cosa es que «consientas» pecar, he aquí las «diferencias entre sentimiento y consentimiento», donde sentimiento, se siente en el corazón y en la mente, y el consentimiento, además de haberlo sentido, pasaron al alma, pues, al haber cometido pecado, tu alma se manchó.
Pero Dios te «libra del mal» y no deja que peques, «si y solo si» se lo has pedido y has hecho méritos penitenciales para cubrirte con las gracias del Cielo que por medio de María Santísima te han sido otorgados.
Y cuando el mal aun ha llegado a tus terrenos, Dios hasta cierto punto lo permite, porque es necesario que pruebes por tus propias decisiones que puedas decirle no a las tentaciones.
Es así queridísimo hermano, que el Interleccional del Éxodo 15 nos dice a la letra: «El enemigo dijo: «Iré tras ellos a alcanzarlos, repartiré el botín, saciaré mi codicia, empuñaré la espada, los matará mi mano»… es decir, el enemigo acecha, pero Dios te protege, pues añade: «Pero sopló Tu aliento y el mar cayó sobre ellos; en las temibles aguas como plomo se hundieron. Extendiste Tu diestra; se los tragó la tierra.»…
Y cuando ello ocurre, el hombre solo queda decirle a Dios: «Alabemos al Señor por Su victoria.».

Y El Sagrado Evangelio nos pide que reconozcamos La Voluntad Divina del Señor, la del Padre que Está en lo más alto, y que Sus designios, solo fueron cumplidos a cabalidad total por Jesús y María, pues, Él nos dice en El Padre Nuestro: «Hágase Tu Voluntad en la tierra como en El Cielo.»… y en el Huerto de Getsemaní: «Hágase Tu Voluntad y no la mía.»… Y en estas palabras se dan cuentas de que El Divino Redentor, solo vino a cumplir lo que El Padre le había pedido. En el primer «Hágase» El Señor Jesús «enseña» a que debemos decirle ello a Su Padre, y en Getsemaní lo pone en «práctica»; es decir, pasa de la teoría a la praxis, y es así que El Divino Maestro nos enseña esta práctica de piedad en el abandono a Dios para cumplir las más difíciles pruebas que se nos pongan.
Y en María sabemos que Su «Hágase» fue el momento cumbre del inicio de La Venida del Salvador; pues, al decirlo Ella inmediatamente Se Encarnó El Verbo de Dios, Jesucristo nuestro Señor, y no era un momento de júbilo solamente; pues, si bien lo es el saber que El Hijo de Dios habitaría en Sus entrañas, es también un momento dramático, porque La Santísima Virgen, ve que decir «Hágase» implica una responsabilidad tremenda, pues:
- Tendrá que velar toda Su vida por El Salvador.
- Cuidar de Su alimentación.
- De Su enseñanza como hijo.
- De Sus cuidados maternales para que nada le faltara en tiempos de Su crecimiento, que por cierto, tuvieron que ser 30 años aproximadamente:
- En las tareas del hogar.
- En los estudios.
- En las enfermedades.
- En fin, en que no le suceda nada malo aun cuando era un niño que debía ser cuidado de manera especial, pues, Es El Hijo de Dios a Quien le habían encargado a María Santísima.
Momentos dramáticos que pasan por la mente de María Virgen y luego dice «Hágase».
Por ello es que María Es ratificada como Madre de Dios, cuando El Señor Jesús dice: «Y señalando con la mano a sus discípulos, dijo:
«Estos son mi madre y mis hermanos. Pues todo el que cumple la voluntad de Mi Padre, que está en los cielos, Ése es Mi hermano, Mi hermana y Mi madre.»... Es decir, que cuando señala a Sus discípulos, es porque ellos hasta el momento le habían dicho «Sí_Hágase» para seguirlo, pero bien sabemos que todos huyeron, Pedro lo negó, Judas lo traicionó, y solo Juan se quedó con Su Madre al pie de La Cruz, por lo tanto ellos cumplieron La Voluntad de Dios y en consecuencia Ella, María Santísima, «Es Su Madre», y Juan en quien estamos todos representados, «es Su hermano», y por tanto, todos los que digamos «Hágase hasta el final, seremos Sus hermanos».

(Por favor comparte esta información con toda tu red de contactos, muchos lo pueden necesitar; pues, El Señor Está llamando a la puerta. Ap. 3, 20.)

sexta-feira, 15 de julho de 2011

DOMINGO XVI DO TEMPO COMUM




ANTÍFONA DE ENTRADA Salmo 53, 6.8
Deus vem em meu auxílio, o Senhor sustenta a minha vida.
De todo o coração Vos oferecerei sacrifícios,
cantando a glória do vosso nome.


ORAÇÃO COLECTA
Sede propício, Senhor, aos vossos servos
e multiplicai neles os dons da vossa graça,
para que, fervorosos na fé, esperança e caridade,
perseverem na fiel observância dos vossos mandamentos.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


LEITURA I Sab 12, 13.16-19
«Após o pecado, dais lugar ao arrependimento»

Esta leitura é fruto da meditação de um homem sábio ao contemplar como Deus actua em presença dos males que rodeiam os homens, que saem até das mãos deles. Deus não age como os homens; não Se vinga, não Se desilude, não desespera. Deus sabe esperar, dando tempo ao tempo, e inspirando aos homens pecadores caminhos de conversão.

Leitura do Livro da Sabedoria
Não há Deus, além de Vós, que tenha cuidado de todas as coisas; a ninguém tendes de mostrar que não julgais injustamente. O vosso poder é o princípio da justiça e o vosso domínio soberano torna-Vos indulgente para com todos. Mostrais a vossa força aos que não acreditam na vossa omni­potência e confundis a audácia daqueles que a conhecem. Mas Vós, o Senhor da força, julgais com bondade e governais-nos com muita indulgência, porque sempre podeis usar da força quando quiserdes. Agindo deste modo, ensinastes ao vosso povo que o justo deve ser humano e aos vossos filhos destes a esperança feliz de que, após o pecado, dais lugar ao arrependimento.
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 85 (86), 5-6.9-10.15-16a (R. 5a)
Refrão: Senhor, sois um Deus clemente e compassivo. Repete-se

Vós, Senhor, sois bom e indulgente,
cheio de misericórdia para com todos
 os que Vos invocam.
Ouvi, Senhor, a minha oração,
atendei a voz da minha súplica. Refrão

Todos os povos que criastes virão adorar-Vos,
Senhor,
e glorificar o vosso nome,
porque Vós sois grande e operais maravilhas,
Vós sois o único Deus. Refrão

Senhor, sois um Deus bondoso e compassivo,
paciente e cheio de misericórdia e fidelidade.
Voltai para mim os vossos olhos
e tende piedade de mim. Refrão


LEITURA II Rom 8, 26-27
«O Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis»

A acção de Deus em nós não é espectacular, não se faz sentir de maneira turbulenta e ruidosa; antes é serena, mas profunda e contínua. Deus actua, pelo seu Espírito, no mais íntimo do coração do homem, se este lho abrir e O acolher. Então, o próprio Espírito de Deus ora em nós, como só Ele sabe e pode orar.

Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Romanos
Irmãos: O Espírito Santo vem em auxílio da nossa fraqueza, porque não sabemos que pedir nas nossas orações; mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis. E Aquele que vê no íntimo dos corações conhece as aspirações do Espírito, pois é em conformidade com Deus que o Espírito intercede pelos cristãos.
Palavra do Senhor.


ALELUIA cf. Mt 11, 25
Refrão: Aleluia. Repete-se
Bendito sejais, ó Pai, Senhor do céu e da terra,
porque revelastes aos pequeninos
 os mistérios do reino. Refrão


EVANGELHO – Forma longa Mt 13, 24-43
«Deixai-os crescer ambos até à ceifa»

O trigo e o joio, o bem e o mal, crescem neste mundo tão entrelaçados, que nunca acabaremos por ser capazes de os separar completamente. Mas, a hora de Deus chegará; justiça será feita, e da maneira mais total e completa. Entretanto, o reino de Deus vai lançando raízes e vai crescendo, sem que o joio o consiga sufocar. Mais uma razão para lhe darmos toda a atenção e a ele nos consagrarmos de alma e coração, com toda a esperança.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo, Jesus disse às multidões mais esta parábola: «O reino dos Céus pode comparar-se a um homem que semeou boa semente no seu campo. Enquanto todos dormiam, veio o inimigo, semeou joio no meio do trigo e foi-se embora. Quando o trigo cresceu e começou a espigar, apareceu também o joio. Os servos do dono da casa foram dizer-lhe: ‘Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde vem então o joio?’. Ele respondeu-lhes: ‘Foi um inimigo que fez isso’. Disseram-lhe os servos: ‘Queres que vamos arrancar o joio?’. ‘Não! – disse ele – não suceda que, ao arrancardes o joio, arranqueis também o trigo. Deixai-os crescer ambos até à ceifa e, na altura da ceifa, direi aos ceifeiros: Apanhai primeiro o joio e atai-o em molhos para queimar; e ao trigo, recolhei-o no meu celeiro’». Jesus disse-lhes outra parábola: «O reino dos Céus pode comparar-se ao grão de mostarda que um homem tomou e semeou no seu campo. Sendo a menor de todas as sementes, depois de crescer, é a maior de todas as plantas da horta e torna-se árvore, de modo que as aves do céu vêm abrigar-se nos seus ramos». Disse-lhes outra parábola: «O reino dos Céus pode comparar-se ao fermento que uma mulher toma e mistura em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado». Tudo isto disse Jesus em parábolas, e sem parábolas nada lhes dizia, a fim de se cumprir o que fora anunciado pelo profeta, que disse: «Abrirei a minha boca em parábolas, proclamarei verdades ocultas desde a criação do mundo». Jesus deixou então as multidões e foi para casa. Os discípulos aproximaram-se d’Ele e disseram-Lhe: «Explica-nos a parábola do joio no campo». Jesus respondeu: «Aquele que semeia a boa semente é o Filho do homem e o campo é o mundo. A boa semente são os filhos do reino, o joio são os filhos do Maligno e o inimigo que o semeou é o Diabo. A ceifa é o fim do mundo e os ceifeiros são os Anjos. Como o joio é apanhado e queimado no fogo, assim será no fim do mundo: o Filho do homem enviará os seus Anjos, que tirarão do seu reino todos os escandalosos e todos os que praticam a iniquidade, e hão-de lançá-los na fornalha ardente; aí haverá choro e ranger de dentes. E os justos brilharão como o sol no reino do seu Pai. Quem tem ouvidos, oiça».
Palavra da salvação.


EVANGELHO – Forma breve Mt 13, 24-30
«Deixai-os crescer ambos até à ceifa»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo, Jesus disse às multidões mais esta parábola: «O reino dos Céus pode comparar-se a um homem que semeou boa semente no seu campo. Enquanto todos dormiam, veio o inimigo, semeou joio no meio do trigo e foi-se embora. Quando o trigo cresceu e começou a espigar, apareceu também o joio. Os servos do dono da casa foram dizer-lhe: ‘Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde vem então o joio?’. Ele respondeu-lhes: ‘Foi um inimigo que fez isso’. Disseram-lhe os servos: ‘Queres que vamos arrancar o joio?’. ‘Não! ­­– disse ele – não suceda que, ao arrancardes o joio, arranqueis também o trigo. Deixai-os crescer ambos até à ceifa e, na altura da ceifa, direi aos ceifeiros: Apanhai primeiro o joio e atai-o em molhos para queimar; e ao trigo, recolhei-o no meu celeiro’».
Palavra da salvação

terça-feira, 5 de julho de 2011

PALAVRA DO SENHOR PARA O DIA DE HOJE

Exhortación Julio
‎14º Semana del Tiempo Ordinario 5 de Julio de 2011
Hermanos muy queridos:
Me da u...na pena muy tremenda comentarles que el Padre Stefano Gobbi, responsable Mundial del Movimiento Sacerdotal Mariano, falleció el 29 de junio, fiesta de San Pedro y San Pablo, día de apóstoles, y el P. Gobbi era un apóstol de La Virgen María, si bien es cierto el Movimiento no tiene una pronuciación oficial de La Santa Sede, tampoco deja de ser cierto que el Moviemiento fue bendecido por el Papa Juan Pablo II. Este suceso marca una era en la que pudiera terminar y comenzar nuevos designios de nuestra Madre. Oremos mucho hermanos y hermanas, porque necesitamos una presencia de nuestra Madre para que nos diga que es lo que Ella quiere de nosotros.

Por otro lado, quiero pedir disculpas por no poner a tiempo las reflexiones y su Liturgia del día, pero estoy trabajando en varios temas, que me demandan cumplir con mis obligaciones de estado; pues, soy casado y necesito cumplir con mi casa. Por mi parte tengo un anhelo ferviente que me devora el corazón con un fuego que quema por querer anunciar El Sagrado Evangelio a miles de gentes, pero no es solo mi querer, es el querer de quienes pudieran hacer que esto sea real y contrastar con La Divina Voluntad de Dios. Por lo que quedo en las manos de todos mis hermanos que son ustedes, del Señor y de María nuestyra Madre, para poder sostenerme y poder cumplir con todo cuanto quieran Ellos.

Mil bendiciones y como siempre, les mendigo sus oraciones;

Daniel.

Animémonos a leer La Palabra de Vida Eterna dejando el mundo para el bien de nuestras almas.


Liturgia de las Horas: 2da. Semana del Salterio

Color: Verde

Santoral
• San Antonio Maria Zaccaria (1502-1539)
• Berta
Martirologio y efemérides latinoamericanos: 5.7.1981: Emeterio Toj, campesino indígena, secuestrado en Guatemala.

Lecturas de la liturgia

Génesis 32, 22-32 / Mateo 9, 32-38
Salmo Responsorial: Sal 16, 1. 2-3. 6-7. 8 y 15 (R/. 15a)
R/. "Yo con mi apelación vengo a tu presencia, Señor"

• Primera Lectura: Génesis 32, 23-32
"En adelante te llamarás Israel porque has luchado con Dios y has salido victorioso"
En aquel tiempo, se levantó Jacob, tomó a sus dos mujeres con sus dos siervas y sus once hijos y cruzó el arroyo de Yaboc. Los hizo cruzar el torrente con todo lo que poseía.
Jacob se quedó solo y un hombre estuvo luchando con él hasta el amanecer. Pero, viendo que no podía vencerlo, el hombre hirió a Jacob en la articulación femoral y le dislocó el fémur, mientras luchaban. El hombre le dijo:
«Suéltame, pues ya está amaneciendo».
Jacob le respondió:
«No te soltaré hasta que me bendigas».
El otro le preguntó:
«¿Cómo te llamas?»
El le dijo:
«Jacob».
El otro prosiguió:
«En adelante ya no te llamarás Jacob sino Israel, porque has luchado con Dios y con los hombres y has salido victorioso».
Jacob le dijo:
«Dime cómo te llamas».
El otro le respondió:
«¿Por qué me preguntas Mi nombre?»
Y allí mismo bendijo a Jacob.
Jacob llamó a aquel lugar Penuel, pues se dijo:
«He visto a Dios cara a cara y he quedado con vida».
El sol salió después de que Jacob y los suyos pasaron Penuel, y Jacob iba cojeando, por haber sido herido en el nervio del muslo. Por eso los israelitas no comen, hasta el día de hoy, el nervio del muslo.


• Salmo Responsorial: 16
"Señor, escucha nuestra súplica."
Señor, hazme justicia y a mi clamor atiende; presta oídos a mi súplica, pues mis labios no mienten.
R. Señor, escucha nuestra súplica.

Júzgame tú, Señor, pues tus ojos miran al que es honrado. Examina mi corazón, revísalo de noche, pruébame a fuego y no hallaras malicia de en mí.
R. Señor, escucha nuestra súplica.

A ti mi voz elevo, pues sé que me respondes. Atiéndeme, Dios mío, y escucha mis palabras; muéstrame los prodigios de tu misericordia, pues a quien acude a ti, de sus contrarios salvas.
R. Señor, escucha nuestra súplica.

Protégeme, Señor, como a las niñas de tus ojos, bajo la sombra de Tus alas escóndeme, pues yo, por serte fiel, contemplaré tu rostro y al despertarme, espero saciarme de tu vista.
R. Señor, escucha nuestra súplica.


• Evangelio: Mateo 9, 32-38
"La cosecha es mucha y los trabajadores pocos"
En aquel tiempo, llevaron ante Jesús a un hombre mudo, que estaba poseído por el demonio.
Jesús expulsó al demonio y el mudo habló. La multitud, maravillada, decía:
«Nunca se había visto nada semejante en Israel».
Pero los fariseos decían:
«Expulsa a los demonios por autoridad del príncipe de los demonios».
Jesús recorría todas las ciudades y los pueblos, enseñando en las sinagogas, predicando el evangelio del Reino y curando toda enfermedad y dolencia. Al ver a las multitudes, se compadecía de ellas, porque estaban extenuadas y desamparadas, como ovejas sin pastor. Entonces dijo a sus discípulos:
«La cosecha es mucha y los trabajadores, pocos. Rueguen, por tanto, al dueño de la mies que envíe trabajadores a sus campos».


Reflexión:
El Señor Se revela a Jacob, ya no lo llama más así, y le dice que se llamará en adelante Israel, porque ha vencido a Dios y a los hombres. Y vence a Dios, en tanto que se refiere que a Dios le puedes ganar Su Amor; es decir, la mirada de Dios queda fija con agrado en Quien Él Se complace, y Él lo hace con los sencillos y humildes de corazón; y así lo reza el Salmo 16: «Júzgame tú, Señor, pues tus ojos miran al que es honrado».... En efecto, Jacob fue del agrado de Dios por ello lo bendijo, ya porque antes le había dicho seguir cumpliendo con la promesa hecha desde Abrahán, la donación de tierras todas; es decir, de todo lo creado, y Su protección. Y esto lo tenemos por cierto; pues, del linaje de Abrahán nace El Rey David, y de éste El Señor Jesús, por María Santísima y San José; y desde Jesús hasta hoy, El Sagrado Evangelio se mantiene por los confines del mundo, pero aun sigue en expansión. Esta es la promesa cumplida de Dios; pues, la descendencia crece, y con ella las tierras extendidas por cada Cristiano; así como la protección de aquellos que se refugian en El Señor, aquellos estarán protegidos de pecado grave; así Dios protege a Sus hijos muy queridos para que no caigan en la condena eterna.

Así; pues, queridos hermanos, aprendamos de Jacob, que tomó a toda su familia y sus posesiones y dejó sus tierras para ir donde El Espíritu de Dios le guiaba; pues dice: «Los hizo cruzar el torrente con todo lo que poseía»…

Y cuando Dios le revela el dislocamiento del fémur, en la articulación femoral; es porque El Señor bien dice en un lado: «hiere con una mano y venda con la otra»… es decir, Dios le da el mensaje que porque Jacob salió de sus tierras y ello le cause gran desconsuelo por el alejamiento de sus tierras, sus familiares y amistades, él fiel a Dios, lo siguió donde Él lo mandare; así Dios hiere al hombre con una mano, pero a cambio lo venda con la otra, porque a Jacob le bendice, y con ello cumple El Señor con su promesa, y de ello da cuenta, que aunque fuera un sueño lo acontecido, cuando se despertó, Jacob estaba cojeando; es decir, realmente Dios si hirió a Jacob, al igual que lo bendijo, al igual que Jacob seguía adelante en el camino que Dios le había manifestado.

Y El Salmo 16 bien acompaña al sueño de Jacob; pues, él vio cara a Cara a Dios y siguió viviendo, y el Salmo nos reza: «Protégeme, Señor, como a las niñas de Tus ojos, bajo la sombra de Tus alas escóndeme, pues yo, por serte fiel, «contemplaré Tu rostro» y al despertarme, espero saciarme de Tu vista»…

Y en El Sagrado Evangelio, nuestro Señor hace lo propio de mostrar Su misericordia para aquellos que estaban apartados por causa de sus muchos pecados, los enfermos, que como el mudo, se decía que a ese, como al leproso, al tullido de piernas, etc. Dios los había castigado con enfermedades; así, es que El Señor Jesús viendo en varios que su congoja había pasado el límite del pecado cometido tiene compasión de ellos. Igualmente expulsa al demonio para dejar clara la presencia superior que Él tiene sobre los demonios, y sobre ello bien sabemos que Dios Es el único con autoridad sobre el Demonio; pero los soberbios y necios solo saben ofender cuando ya no hay más que puedan hacer ante la evidencia.

Es; pues, hermanos, que nos es tan importante que oremos por nuestros Pastores:
1. Por sus santidades, necesidades e intenciones: Porque de ello mucho nos sirve para una mejor orientación espiritual, santa y sabia.
2. Por las vocaciones sacerdotales: Que sean numerosas y santísimas, y no solamente numerosas y santas; pues tienen que ser totalmente donadas al amor de Dios.

• Con Sacerdotes santísimos es de mucha conveniencia y menor posibilidades de hierro por parte de ellos; pues a mayores dones y virtudes, mayores posibilidades de salvación de nosotros.

3. Por las vocaciones misioneras: De religiosos y laicos (consagrados o sin consagrar aun) en abundancia y santísimas, para que se extienda por doquier y con vehemencia de un gran celo apostólico para llevar a los confines del mundo El Sagrado Evangelio del Señor Jesús.

(Por favor comparte esta información con toda tu red de contactos, muchos lo pueden necesitar; pues, El Señor Está llamando a la puerta. Ap. 3, 20.)

Por Daniel Cueva Casanova

segunda-feira, 4 de julho de 2011

PALAVRA DO SENHOR PARA O DIA DE HOJE COM A PASTORAL NACIONAL DE LITURGIA



ORAÇÃO COLECTA
Deus de bondade infinita,
que, pela humilhação do vosso Filho,
levantastes o mundo decaído,
dai aos vossos fiéis uma santa alegria,
para que, livres da escravidão do pecado,
possam chegar à felicidade eterna.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


LEITURA I (anos ímpares) Gen 28, 10-22a
«Viu uma escada, pela qual os Anjos de Deus subiam e desciam;
e Deus falou-lhe»

Na noite que passou nos campos de Betel (Casa de Deus) a caminho da casa do seu tio Labão, Jacob dormiu e teve o célebre sonho da escada que ligava a Terra ao Céu por onde subiam e desciam Anjos de Deus. E Deus falou-lhe para renovar, a ele, a promessa já feita a Abraão, de lhe dar aquela mesma terra em herança. Assim se vai actualizando de geração em geração a promessa de Deus.

Leitura do Livro do Génesis
Naqueles dias, Jacob saiu de Bersabé e tomou o caminho de Harã. Chegando a certo lugar quando o sol já se tinha posto, resolveu passar ali a noite. Tomou uma das pedras do local, colocou-a debaixo da cabeça e deitou-se ali mesmo. Teve então um sonho: Uma escada estava assente na terra e a parte superior tocava o céu; por ela subiam e desciam Anjos de Deus. No cimo da escada estava o Senhor, que lhe disse: «Eu sou o Senhor, Deus de Abraão teu pai e Deus de Isaac. Dar-te-ei, a ti e à tua descendência, a terra em que te encontras. A tua descendência será tão numerosa como o pó da terra. Estender-te-ás para o ocidente e para o oriente, para o norte e para o sul, e, por ti e pela tua descendência, serão abençoadas todas as famílias da terra. Eu estou contigo: proteger-te-ei para onde quer que vás e reconduzir-te-ei a esta terra. Não te abandonarei, enquanto não tiver realizado tudo o que te prometi». Quando Jacob despertou do sono, disse: «Realmente o Senhor está neste lugar e eu não o sabia». Ele teve medo e disse: «Como é terrível este lugar! É nada menos que a casa de Deus e a porta do Céu». Jacob levantou-se de manhã cedo, tomou a pedra que lhe servira de travesseiro, ergueu-a como estela e derramou óleo por cima. A este lugar deu o nome de Betel, mas antes a cidade chamava-se Luza. Jacob fez então este voto: «Se Deus estiver comigo e me guardar nesta viagem que faço, se me der pão para comer e roupa para vestir e eu voltar são e salvo à casa paterna, então o Senhor será o meu Deus e esta pedra que eu ergui como estela será uma casa de Deus».
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 90 (91) 1-2.3-4.14-15ab (R. cf. 2b)
Refrão: Senhor, meu Deus, em Vós confio. Repete-se

Tu que habitas sob a protecção do Altíssimo
e moras à sombra do Omnipotente,
diz ao Senhor: «Sois o meu refúgio e a minha cidadela;
meu Deus, em Vós confio». Refrão

Ele te livrará do laço do caçador
e do flagelo maligno.
Cobrir-te-á com as suas penas,
debaixo das suas asas encontrarás abrigo. Refrão

«Porque em Mim confiou, hei-de salvá-lo,
hei-de protegê-lo, pois conheceu o meu nome.
Quando Me invocar, hei-de atendê-lo,
estarei com ele na tribulação. Refrão


ALELUIA cf. 2 Tim 1, 10
Refrão: Aleluia Repete-se

Jesus Cristo, nosso Salvador, destruiu a morte
e fez brilhar a vida por meio do Evangelho. Refrão


EVANGELHO Mt 9, 18-26
«A minha filha acaba de morrer.
Mas vem impor-lhe a mão e ela viverá»

Jesus faz dois milagres, um para salvar na doença, outro para livrar da morte, dois sinais de que Ele é quem salva e dá a vida, de que Ele tem a Vida em Si mesmo (cf. Jo, 5, 26), de que Ele mesmo é a Vida. No reino de Deus, “a morte deixará de existir, e não mais haverá luto” (Ap. 21,4). Os milagres de Jesus são sinais desse reino, que já começou, mas que ainda se não revelou em toda a sua plenitude.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo, estava Jesus a falar aos seus discípulos, quando um chefe se aproximou e se prostrou diante d’Ele, dizendo: «A minha filha acaba de falecer. Mas vem impor a mão sobre ela e viverá». Jesus levantou-Se e acompanhou-o com os discípulos. Entretanto, uma mulher que sofria um fluxo de sangue havia doze anos, aproximou-se por detrás d’Ele e tocou-Lhe na fímbria do manto, pensando consigo: «Se eu ao menos Lhe tocar no manto, ficarei curada». Mas Jesus voltou-Se e, ao vê-la, disse-lhe: «Tem confiança, minha filha. A tua fé te salvou». E a partir daquele momento a mulher ficou curada. Ao chegar a casa do chefe e ao ver os tocadores de flauta e a multidão em grande alvoroço, Jesus disse-lhes: «Retirai-vos, porque a menina não morreu; está a dormir». Riram-se d’Ele. Mas quando mandou sair a multidão, Jesus entrou, tomou a menina pela mão e ela levantou-se. E a notícia divulgou-se por toda aquela terra.
Palavra da salvação

quinta-feira, 30 de junho de 2011

PALAVRA DO SENHOR PARA O DIA DE HOJE




Animémonos a leer La Palabra de Vida Eterna dejando el mundo para el bien de nuestras almas.

13º Semana del Tiempo Ordinario 30 de Junio de 2011
Liturgia de las Horas: 1ra. Semana del Salterio

Color: Verde

Santoral
• Santos Protomártires de la Santa Iglesia Romana

• Martirologio y efemérides latinoamericanos: 30.6.1978: Hermógenes López, párroco, fundador de la Acción Católica Rural, mártir de los campesinos guatemaltecos.
30.6.1975: Dionisio Frías, líder campesino, mártir de las luchas por la tierra en República Dominicana.


Lecturas de la liturgia

Génesis 22, 1-19 / Mateo 9, 1-8
Salmo Responsorial: Sal 114, 1-6. 8-9
R/. "Caminaré en la presencia del Señor"
• Primera Lectura: Génesis 22, 1-19
"El sacrificio de nuestro patriarca Abraham"
En aquel tiempo, Dios le puso una prueba a Abraham y le dijo:
«¡Abraham, Abraham!»
El respondió:
«Aquí estoy».
Y Dios le dijo:
«Toma a tu hijo único, Isaac, a quien tanto amas; vete a la región de Moria y ofrécemelo en sacrificio, en la montaña que yo te indicaré».
Abraham madrugó, preparó su burro, tomó consigo a dos de sus criados y a su hijo Isaac; partió leña para el sacrificio y se encaminó al lugar que Dios le había indicado. Al tercer día divisó a lo lejos el lugar. Entonces dijo a sus criados:
«Permanezcan aquí con el burro; yo iré con el muchacho allá arriba para adorar a Dios y después regresaremos».
Abraham tomó la leña para el sacrificio, se la cargó a su hijo Isaac y tomó en su mano el fuego y el cuchillo. Los dos caminaban juntos. Isaac dijo a su padre Abraham:
«Padre».
El respondió:
«¿Qué quieres, hijo?»
Isaac preguntó:
«Ya tenemos fuego y leña, pero, ¿dónde está el cordero para el sacrificio?»
Abraham le respondió:
«Dios nos dará el cordero para el sacrificio, hijo mío».
Y continuaron caminando juntos. Cuando llegaron al sitio que Dios le había señalado, Abrahán levantó un altar y acomodó la leña. Luego ató a su hijo Isaac, lo puso sobre el altar, encima de la leña, y tomó el cuchillo para degollarlo. Pero el ángel del Señor lo llamó desde el cielo y le dijo:
«¡Abraham, Abraham!»
El respondió:
«Aquí estoy».
El ángel le dijo:
«No descargues la mano contra tu hijo, ni le hagas daño. Ya veo que obedeces a Dios, porque no le has negado a tu hijo único».
Abraham levantó los ojos y vio un carnero, enredado por los cuernos en un matorral. Atrapó el carnero y lo ofreció en sacrificio, en lugar de su hijo. Abraham puso por nombre a aquel lugar el nombre de “El Señor provee”, y por eso todavía hoy se llama “La montaña del Señor provee”.
El ángel del Señor volvió a llamar desde el cielo a Abraham y le dijo:
«Juro por mí mismo, palabra del Señor, que por haber hecho esto y no haberme negado a tu único hijo, yo te bendeciré y multiplicaré tu descendencia como las estrellas del cielo y las arenas del mar. Tus descendientes conquistarán las ciudades de sus enemigos. En tu descendencia serán bendecidos todos los pueblos de la tierra, porque obedeciste a mis palabras».
Abraham volvió a donde estaban sus criados y juntos se pusieron en camino hacia Bersebá. Y Abrahán se quedó a vivir allí.

• Salmo Responsorial: 114
"Nuestro Dios es compasivo."
Amo al Señor porque escucha el clamor de mi plegaria, porque me prestó atención cuando mi voz lo llamaba.
R. Nuestro Dios es compasivo.

Redes de angustia y de muerte me alcanzaron y me ahogaban. Entonces rogué al Señor que la vida me salvara.
R. Nuestro Dios es compasivo.

El Señor es bueno y justo, nuestro Dios es compasivo. A mí, débil, me salvó y protege a los sencillos.
R. Nuestro Dios es compasivo.

Mi alma libró de la muerte, del llanto los ojos míos, y ha evitado que mis pies tropiecen por el camino. Caminaré ante al Señor por la tierra de los vivos.
R. Nuestro Dios es compasivo.


• Evangelio: Mateo 9, 1-8
"La gente glorificó a Dios, que había dado tanto poder a los hombres"
En aquel tiempo, Jesús subió de nuevo a la barca, pasó a la otra orilla del lago y llegó a Cafarnaún, su ciudad.
En esto, trajeron a donde él estaba a un paralítico postrado en una camilla. Viendo Jesús la fe de aquellos hombres, le dijo al paralítico:
«Ten confianza, hijo; se te perdonan tus pecados».
Al oír esto, algunos escribas pensaron:
«Este hombre está blasfemando».
Pero Jesús, conociendo sus pensamientos, les dijo:
«¿Por qué piensan mal en sus corazones? ¿Qué es más fácil: decir “Se te perdonan tus pecados”, o decir “Levántate y anda?” Pues para que sepan que el Hijo del hombre tiene poder en la tierra para perdonar los pecados –le dijo entonces al paralítico–: Levántate, toma tu camilla y vete a tu casa».
El se levantó y se fue a su casa. Al ver esto, la gente se llenó de temor y glorificó a Dios, que había dado tanto poder a los hombres.


Reflexión:
Abrahán obedece, no titubea si quiera, en él no hay nada que valga si solo llega a él La Palabra de Dios. Es la obediencia y luego la fe; pues, en la primera se asienta la virtud del Espíritu Santo y en cual hábitat se reposan las demás virtudes. Efectivamente, la obediencia hace al hombre dócil, humilde en el corazón y lo predispone a todo cuanto sea necesario para el bien de su alma y mayor gloria de Dios. Es así que Abrahán hace todo cuanto es necesario, lleva a criados para que puedan ir a manera de procesión al sacrificio de su hijo único, una procesión de dolor; pues, lo iba a sacrificar por amor a Dios, de esto solo conocemos éste ejemplo en la historia, que un padre done a su hijo y que sea él mismo quien lo sacrifique, por ello la fortaleza, es la virtud que acompaña a Abrahán para que pueda hacer cuanto Dios quiere; pues, esta virtud está muy unida a la obediencia, ya que si eres obediente puedes tener fortaleza, porque si no tienes esto último, desobedeces, y así no se cumple lo que Dios quiere; del mismo modo ¿cómo se puede tener fortaleza de lo que no se ha obedecido; es decir, en que puede ser fuerte el hombre, si no hay de qué hacerlo, pues no hay materia para hacerlo, es decir no hay motivo de nada, porque no se ha obedecido lo pedido, y si no se ha obedecido lo pedido, en consecuencia no hay en qué afanarse para obedecer, no hay materia para hacerlo. Del mismo modo que el atleta nada carga si no ha obedecido en la alimentación de nutrientes que le den la fortaleza para cargar lo dispuesto.

Es así hermanos que es muy necesario que nos alimentemos en las oraciones y en la vida penitencial para pedir esta primera, muy necesaria y gran virtud de la obediencia, para que las demás virtudes, dones y sus frutos puedan extenderse por doquier. La obediencia, es la base fortísima en donde descansan las demás, donde El Espíritu Santo ve con agrado donde reposar, como lo hizo María, como lo hizo Jesús.

En efecto, Dios se compadece del obediente y humilde, por ello el Salmo 114 invita a la plegaria: «El Señor es bueno y justo, nuestro Dios es compasivo. A mí, débil, me salvó y protege a los sencillos. Nuestro Dios es compasivo»… El salmo aprecia en el bueno y justo; porque el bueno es obediente, y el justo lo propio. Así La Liturgia siempre se complementa de manera Providencial Divina, porque hace mención de todo cuanto Dios quiere que sepamos y armemos Sus mensajes. El hombre se reconoce débil y a Dios Fortísimo y Misericordioso, por ello dice: « A mí, débil, me salvó y protege a los sencillos. Nuestro Dios es compasivo»…

Así mismo, El Señor Jesús, se muestra compasivo, por quien mostró obediencia de llegar hasta ahí, obediente a su fe de creer que El Señor lo salvaría. Para ello, El Señor Jesús, cruza el lago en una barca y llega a Su Ciudad Cafarnaún. Esto tiene un significado que dice: Estoy llegando a Mi Origen; es decir, de donde vengo, desde La Santísima Trinidad, para manifestar lo que ningún hombre ha dicho en la historia de la humanidad: «Tus pecados te son perdonados»… Es así que Dios Misericordioso y humildísimo hace ver Su gran Amor, Siendo humilde primero; pues, no dice: Te perdono tus pecados; si no, «Tus pecados te son perdonados»… Entiéndase en esto último que habla tácitamente, es decir, que se sobreentiende, porque en ello manifiesta que no Es solo Él el que perdona, sino, que Es Dios Uno y Trino. En efecto, no es solamente la naturaleza humana, ni solo La Segunda Persona de La Santísima Trinidad; es decir, El Hijo. Quien Perdona; sino, que perdona Dios, y sabemos que Dios Es Uno y Trino.

Además, El Señor Jesús manifiesta la necesidad del hombre en que se muestre solícito a la voluntad de Dios, porque dice: «Ten confianza, hijo»… Él, Jesucristo nuestro Señor, trata al hombre como a Su Hijo, también Es Padre para nosotros, y quiere lo mejor para nosotros, y arenga al paralítico, es el soplo del Espíritu Santo que ayuda al hombre para que pueda salvarse y el hombre obedece y tiene fe de que lo logrará.

Así; pues, queridos hermanos, ejercitémonos en la obediencia para ganar los dones y virtudes del Espíritu Santo y así seamos solícitos con El Señor Jesús que tanto le costó nuestra salvación, porque pendía de un madero donde El Padre lo colocó por pura misericordia.

V: Ave María Purísima



Daniel Nueva

quinta-feira, 16 de junho de 2011

PALAVRA DO SENHOR PARA O DIA DE HOJE COM A PASTORAL NACIONAL DE LITURGIA




ANTÍFONA DE ENTRADA Salmo 26, 7.9
Ouvi, Senhor, a voz da minha súplica. Vós sois o meu refúgio:
não me abandoneis, meu Deus, meu Salvador.


ORAÇÃO COLECTA
Deus misericordioso, fortaleza dos que esperam em Vós,
atendei propício as nossas súplicas;
e, como sem Vós nada pode a fraqueza humana,
concedei-nos sempre o auxílio da vossa graça,
para que as nossas vontades e acções Vos sejam agradáveis
no cumprimento fiel dos vossos mandamentos.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


LEITURA I (anos ímpares) 2 Cor 11, 1-11
«Anunciei-vos o Evangelho de Deus gratuitamente»

A pregação de S. Paulo sofreu vários reveses; outros pregadores espalhavam doutrinas erróneas entre os cristãos, o que entristecia profundamente o Apóstolo, ele que tinha feito da sua igreja de Corinto como que uma esposa para ser apresentada ao Senhor. A infidelidade de alguns para com Cristo, os quais se tinham deixado arrastar por falsos mestres, lembra-lhe a facilidade com que já Eva se deixara seduzir. Recorda-lhes então o que por eles tinha feito, e manifesta-lhes a tristeza a que eles o condenam. As palavras dos homens tinham obscurecido a Palavra de Deus.

Leitura da Seg. Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios
Irmãos: Podereis vós suportar-me um pouco de insensatez? Estou certo de que a suportareis. Sinto por vós um ciúme semelhante ao ciúme de Deus, porque vos desposei com um só esposo, que é Cristo, a quem devo apresentar-vos como virgem pura. Receio, porém, que, assim como Eva foi seduzida pela astúcia da serpente, os vossos pensamentos sejam corrompidos e se afastem da simplicidade para com Cristo. De facto, se alguém vier pregar-vos outro Jesus diferente d’Aquele que vos pregámos, ou se vos oferecer um Espírito diferente d’Aquele que recebestes, ou um Evangelho diferente daquele que aceitastes, vós o suportareis muito bem. Mas eu penso que em nada sou inferior a esses eminentes apóstolos. Se eu sou inculto na arte de falar, não o sou na ciência, como sempre e em tudo vos temos claramente mostrado. Teria eu cometido uma falta, por vos ter anunciado o Evangelho de Deus gratuitamente, rebaixando-me a mim próprio para vos exaltar? Despojei outras Igrejas, aceitando delas sustento para vos poder servir. E quando estive entre vós e passei necessidade, não fui pesado a ninguém, porque os irmãos que chegaram da Macedónia providenciaram para que nada me faltasse. Em tudo evitei e evitarei ser-vos pesado. Pela verdade de Cristo de que sou portador, essa glória não me será tirada em terras da Acaia. E porquê? Porque não vos amo? Deus bem o sabe.
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 110 (111), 1-2.3-4.7-8 (R. 7a)
Refrão: Fiéis e justas são as obras do Senhor. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

Louvarei o Senhor de todo o coração,
no conselho dos justos e na assembleia.
Grandes são as obras do Senhor,
admiráveis para os que nelas meditam. Refrão

A sua obra é esplendor e majestade
e a sua justiça permanece eternamente.
Instituiu um memorial das suas maravilhas;
o Senhor é misericordioso e compassivo. Refrão

Fiéis e justas são as obras das suas mãos,
imutáveis todos os seus preceitos,
irrevogáveis pelos séculos dos séculos,
estabelecidos na rectidão e na verdade. Refrão


ALELUIA Rom 8, 15bc
Refrão: Aleluia Repete-se
Recebestes o Espírito de adopção filial;
nele clamamos: «Abba, ó Pai». Refrão


EVANGELHO Mt 6, 7-15
«Orai assim»

A oração de que o Senhor fala é evidentemente uma oração vocal, expressa com palavras, mas o Senhor insiste em que a oração é muito mais do que palavras. Estas são, antes de tudo, a voz do coração crente. A oração nasce da fé, e esta vem da palavra de Deus. A oração do homem é a sua resposta de fé à palavra que Deus primeiro lhe dirigiu. Por isso, a oração tem por assunto principal o que é fundamental no reino de Deus e na vida do homem. O ‘Pai nosso’ é o melhor resumo dessa oração cristã.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Quando orardes, não digais muitas palavras, como os pagãos, porque pensam que serão atendidos por falarem muito. Não sejais como eles, porque o vosso Pai bem sabe do que precisais, antes de vós Lho pedirdes. Orai assim: ‘Pai nosso, que estais nos Céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino; seja feita a vossa vontade assim na terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal’. Porque se perdoardes aos homens as suas faltas, também o vosso Pai celeste vos perdoará. Mas se não perdoardes aos homens, também o vosso Pai não vos perdoará as vossas faltas».
Palavra da salvação
 
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